EMBAIXADORES DO REI 2016.

EMBAIXADORES DO REI 2016.
EMBAIXADORES DO REI

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Primeira Lição Biblica de 2013





A apostasia no Reino de Israel.


Falar de apostasia no contexto histórico-cultural de Israel é um dos assuntos predominante do antigo testamento, tendo em vista que o maior dever da nação escolhida por Deus para representá-lo na antiga aliança, era simplesmente manterem-se uma nação monoteísta, adoradora de um único e soberano Deus, criador dos céus e da terra, e que havia tirado eles com sua mão forte do Egito.
Quando falamos de apostasia, fala-se de um adorador que dividi sua adoração com vários deuses, prostrando diante de varias imagens, e acreditando em varias doutrinas.
O termo apostasia e definido assim: 
A.pos.ta.si.a sf. (gr apostasia) 1 Abjuração, mudança de religião. 2 Ato de abandonar um partido ou uma a opinião.
Ato de desviar-se ou afastar-se do relacionamento com Deus.
Negação e abandono da fé. ITM 4:1; 2TM 2:17-18.
A Revolta Final contra Deus. IITs 2:13.
Pois eis que os que se alongam de ti, perecerão; tu tens destruído todos aqueles que, apostatando, se desviam de ti. Sl73. 27.
Sabemos que a nação de Israel nasce com os patriarcas, Abraão, Isaque, Jacó e José, e eles deixaram uma marca de retidão e fidelidade a Deus.
O principio da apostasia Israelita, se dá logo após eles terem sido tirados da opressão egípcia, “E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito”. Ex32.4.
Neste acontecimento Moisés havia subido ao Sinai, a convite de Deus passou 40 dias no cume do monte, recebendo as tabuas da lei, e o projeto de construção do tabernáculo, lugar onde os israelitas adorariam o seu Deus na caminha até a terra prometida, para os judeus Moisés não voltaria mais, e com isso eles pensaram que Iahweh não se manifestaria mais no meio deles, surgindo então à idéia da construção de um objeto-ídolo que pudesse representar o deus da nação judaica, então construíram o “bezerro de ouro”.
O srº Deus reprovou veementemente aquela atitude, decidindo pela destruição dos israelitas, fato que não aconteceu devido à intervenção de Moisés.
Já no texto do livro de Números, capitulo 22, encontramos o fator decisivo para entrada da apostasia no contexto litúrgico de Israel, quando eles acamparam nas campinas de Moabe, diz a bíblia que lá em cima, Balaque rei dos Moabitas, preocupado com a fama de Israel, que havia derrotado todas as nações que se opuseram, não permitindo que eles passassem por seus termos, monta uma estratégia.
Balaque ao invés mandar o exército Moabita se preparar para batalha, a bíblia confirma que Balaque mandou contratar um profeta, neste contexto aparece Balaão, que viria para amaldiçoar o povo de Deus, a mando de Balaque, isso prova que a constatação de Balaque era óbvia, que, o grande mérito das vitorias israelitas, não estavam em um exercito formado de soldados inexperiente e sem armamentos, que no Egito sabiam apenas fazer tijolos e construções de casas, Balaque estava dizendo que no mundo físico, não adiantava lutar contra Israel, a batalha tinha que ser no mundo espiritual, por que, o que fazia de Israel vencedor nas batalhas, era o deus que eles serviam, por isso chamou um profeta e não um exército.
A bíblia diz que Balaão não teve méritos no serviço que veio prestar, praga e maldição alguma caíram sobre Israel, porque o Senhor Deus protegia seu povo, como Balaão tinha um contrato, ele então deu uma estratégia para Balaque destruir o povo de Israel. Que os moços e as moças de Moabe fossem dados aos moços e moças de Israel, com isso aconteceria à mistura cultural e surgiria então um sincretismo religioso no meio dos judeus. A partir deste fato o texto bíblico relata; E Israel deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos Moabitas.
Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu, e inclinou-se aos seus deuses. Juntando-se, pois, Israel a Baal-peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel. Nm 25:1-3.
Depois desse descuido espiritual, Israel só se firmou na FÉ, quando entraram na terra de Canaã, durante os 25 anos de liderança de Josué, o povo foi obediente e fiel ao Senhor, andando nos seu caminho, e obedecendo seus mandamentos. Depois de Josué inicia-se o tempo dos juízes, um período de grande instabilidade espiritual, onde fica nítido as praticas idolátricas entre os judeus, e com isso o povo viveu tempos de declínio e gloria espiritual, provando assim, a benção e a maldição divina, enquanto Israel permanecia fiel, Deus os abençoava, quando eles abandonavam ao Senhor, a maldição e o sofrimento recaiam sobre a nação judaica, o período dos juízes durou aproximadamente 305 anos, logo após começaria o tempo da monarquia em Israel, com Saul, Davi e Salomão.
Saul apesar de terminar seu ministério sem comunhão com Deus, devido sua desobediência e revolta contra as orientações divinas, não vemos incitando ou colaborando para com a idolatria em Israel.
Nos dias de Davi, vemos um tempo de total adoração a Iahweh, talvez seja um dos períodos de maior devoção e obediência a Deus. Através dos preparativos para construção de uma casa, que seria edificada em nome do Senhor, um lugar para depositar a arca da aliança, símbolo da presença divina.
Com Salomão Israel experimentaria um novo tempo, de grandes construções, e crescimento econômico, mas Salomão fracassou em sua devoção a Deus, as suas alianças diplomáticas e os acordos governamentais, fizeram com que ele, como rei, deixasse de conduzir o povo á reverenciar um único Deus, que os tirou da terra da servidão. Está confirmado que Salomão praticou idolatria, nos seus acordos diplomáticos, ao se relacionar com mulheres dos povos pagãos, como também ao oferecer sacrifícios em altares a deuses estranhos e até mesmo sacrifício humano. Enquanto Salomão permanecia fiel à adoração a Deus, ele prosperava. É evidente que seus provérbios foram proferidos e os livros de Eclesiastes e O Cântico de Salomão, bem como pelo menos um dos Salmos (Sal 127), foram escritos durante o seu período de serviço fiel a Deus. No entanto, Salomão começou a desconsiderar a lei de Deus. Lemos: “E o próprio Rei Salomão amava muitas mulheres estrangeiras além da filha de Faraó, mulheres Moabitas, amonitas, edomitas, sidônios e hititas, das nações de que Deus havia dito aos filhos de Israel: ‘Não deveis entrar no meio delas e elas mesmas não devem entrar no vosso meio; decerto inclinarão o vosso coração a seguir os seus deuses. ’ Foi a elas que Salomão se apegou para amá-las. E ele veio a ter setecentas esposas, princesas, e trezentas concubinas; e suas esposas gradualmente lhe inclinaram o coração. E sucedeu, no tempo da velhice de Salomão, que as próprias esposas dele lhe haviam inclinado o coração para seguir outros deuses; e seu coração não se mostrou pleno para com o Senhor, seu Deus, como o coração de Davi, seu pai. E Salomão começou a ir atrás de Astarote, deusa dos sidônios, e atrás de Milcom, a coisa repugnante dos amonitas. E Salomão começou a fazer o que era mau aos olhos de Deus e não seguiu plenamente a Deus como Davi, seu pai. Foi então que Salomão passou a construir um alto a Quemós, a coisa repugnante de Moabe, no monte que estava defronte de Jerusalém, e a Moloque, a coisa repugnante dos filhos de Amom. E foi assim que ele fez para todas as suas esposas estrangeiras que faziam fumaça sacrifical e ofereciam sacrifícios aos seus deuses.”  IRs 11:1-8.
Embora isso acontecesse “no tempo da velhice de Salomão”, não devemos presumir que seu desvio era por motivo de senilidade, porque Salomão era relativamente jovem quando assumiu o trono, e seu reinado durou 40 anos. (ICR 29:1; 2CR 9:30) O relato não diz que Salomão abandonou completamente a adoração no templo e as ofertas de sacrifícios ali. Ele parece ter tentado praticar uma espécie de ecumenismo para agradar a suas esposas estrangeiras. Por isso, “Deus ficou irado com Salomão, porque seu coração se tinha inclinado para longe do Senhor, o Deus de Israel, aquele que lhe aparecera duas vezes”. Deus informou Salomão que, em conseqüência, Ele arrancaria dele parte do reino, mas não nos dias de Salomão, por respeito a Davi e por causa de Jerusalém. Mas o faria nos dias do filho de Salomão, deixando a este filho apenas uma tribo (além de Judá), tribo que mostrou ser Benjamim.  IRs 11:9-13.
Após Salomão seu filho Roboão assume o trono, e o reino se divide em dois, reino do norte, chamado de Israel, tendo como capital Samaria; o outro reino, o do sul chamado de Judá, tendo como capital Jerusalém. Das 12 tribos de Israel, 10 tribos formaram o reino do norte, ficando apenas Judá e Benjamim compondo o reino do sul.
Segundo a historia pelo menos 19 reis governaram no reino do norte, e pelo menos 21 reis governaram no reino Do sul, enquanto que no reino do norte pelo menos nove dinastias subiram ao trono, no reino do sul apenas uma família governou sendo a família de Davi, da descendência de Judá. Com esta divisão das tribos a pratica da idolatria se tornou comum, predominando na liturgia judaica [IRs16.31]. Sabemos que os reis do reino do norte foram mais infiéis, do que os reis do reino do sul, a apostasia foi um marco no reino do norte, ao ponto deles terem sidos escravizados, e se tornados cativos primeiro do que o reino sul, de Judá. Enquanto que Judá só se tornou cativo em 605 a.C através da Babilônia, o reino do norte em 722a.C já era tributário e cativo do império Assírio, como conseqüência de uma apostasia maior e exarcepada contra Iahweh.
Pode-se afirmar, com segurança, que um dos períodos mais sombrio na historia do reino do norte, também denominado “ISRAEL”, ocorreu durante o reinado de Acabe, filho de Onri. Acabe governou entre os nãos 874 e 853a.C., e o seu reinado foi marcado pela tentativa de conciliar os elementos do culto cananeu com a adoração Israelita. Com isso fica constatado pelo relato bíblico que o reinado de Acabe foi marcado pela pratica ecumênica de adoração, uma da mais forte estratégia de satanás nos dias de hoje.
     I.                             As causas da apostasia.
a)   O casamento misto.
Ao fazer uma aliança com Etbaal rei dos Sidônios, Jezabel sua filha é dada a Acabe em casamento, como penhor, como selo daquela aliança diplomática, ao aceitar os acordos, Acabe não mede as conseqüências que aquela atitude poderia trazer para vida espiritual de Israel. Ao saber que viria para Israel, Jezabel coloca algumas imposições para sua vinda;
1º- Ela não teria obrigação de adorar o deus dos judeus, mas traria consigo os deuses que se adorava em sua terra, ela trouxe Baal e Aséra.
2º- Ela não ouviria os profetas que profetizavam em Israel, mas traria consigo seus profetas, 450 profetas de Baal e 400 profetas de Aséra. Ainda hoje existem as ruínas das casas que foram construídas paras os profetas de Baal e Aséra morarem, em Samaria.
As conseqüências desse relacionamento pagão aumentaram a força da idolatria em os judeus, por ser a religião da família real.
A Mistura sempre foi um perigo na historia do povo de Deus, por isso sempre devemos evitar reuniões mistas, evitando a introdução de modismos, revelamentos e visagens na liturgia de nossos cultos, onde o verdadeiro avivamento passa a ser meros movimentos de homens e não do Espírito.


  Institucionalização da idolatria.

O casamento misto entre Acabe e Jezabel, instituiu o culto a Baal, com essa institucionalização, a adoração a Baal e Aséra passou a ser obrigatória, se tornando religião oficial do reino.
A união estado-religião pagã, se mostrou desastrosa, por influenciar o povo contra Deus, Acabe “levantou um altar a Baal, na casa de Baal que fica em Samaria”, isso fica evidente quando o texto sagrado destaca que a família real “fez um poste-idolo, de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele.
Vemos então a idolatria sendo patrocinada pelo governo de Acabe, que tinha como compromisso conduzir o povo a Iahweh.
Vivemos hoje este contexto na nossa pátria, onde satanás através da constituição, tentar oprimir a igreja, com suas leis que ferem nosso caráter, e atacam nossa religiosidade cristã, leis a favor do aborto, da homofobia, e proibição da liberdade de culto e adoração.
                          
  II.                                               Os Agentes da Apostasia.
Neste contexto, o instrumento de satanás para derrotar o povo de Deus, foi sem duvida Acabe e Jezabel.
Acabe como governante teve uma verdadeira obstinação na implantação da adoração a Baal em território israelita. Foi sem dúvida alguma uma agente do mal na tentativa de suprimir ou acabar de vez com o verdadeiro culto a DEUS.
Onri, pai de Acabe e rei de Israel que reinou entre os anos 885 e 874 a.C., foi um grande administrador, tanto na política interna como na externa de Israel. Mas foi um desastre como líder espiritual do povo de DEUS (1RS 16.25,26). O pecado de Acabe foi andar nos caminhos idólatras de seu pai, que foi um seguidor de Jeroboão, filho de Nebate (1RS 16.26) e também ter aderido aos maus costumes dos cananeus, trazidos por sua esposa, Jezabel (1RS 16.31).
O inimigo sempre precisará de uma voz, de uma pessoa pra introduzir suas heresias e pecados no meio do povo de DEUS, por isso a necessidade de pedirmos o Dom de discernimento de espírito, pra não cairmos na lábia dos falsos profetas.

III.                                                As conseqüências da apostasia.
A.    Perda da identidade nacional e espiritual.
Fica claro que a nação vitoriosa que havia saído do Egito, e que sempre era vencedora nas batalhas, e que havia conquistado toda terra de Canaã, agora já não recebia o devido respeito das nações adversárias.
Fica claro que a própria nação em si, não sabia mais discernir acerca do verdadeiro Deus que devia ser o único a receber adoração, tanto é, que Deus precisou levantar um homem para desafiar os deuses pagãos que eram adorado em Israel, neste desafio a nação judaica teve que escolher quem seria adorado no reino do norte, se o Deus de Elias ou  Baal ou Aséra, no cume do Carmelo, Iahweh mostrou quem era o verdadeiro e único digno de ser adorado, ao responder com fogo a oração de Elias.  
B.    O Julgamento Divino.
A bíblia diz que Deus não se deixa escarnecer, tudo que o homem semear, isso ele ceifará.
Não foi diferente neste contexto da historia dos hebreus, como conseqüência da desobediência, eles amargaram cerca de três anos e meio de seca, não choveu e nem orvalho caiu durante a noite, todos os rios secaram, tudo para se cumprir a palavra do Senhor pela boca de seu profeta.
Acabe e suas esposas Jezabel morreram assassinados, Acabe em batalha, e Jezabel foi jogado da sacada de sua casa por Jeú filho de Josafá, e quando caiu ao chão foi comida pelos cães, e não podemos esquecer dos 850 profetas de Jezabel, que morreram a fio da espada de Elias, no alto do Carmelo. Deus exterminou a casa de Acabe e seus profetas, por terem desafiado o criador e contaminado o povo com sua apostasia.

Nesses dias de tantos tipos de evangelhos que ouvimos ser pregado, esse estudo é um alerta para a igreja de Cristo, é hora de estar atentos, para não sermos levados pelos ventos de doutrinas, e chegarmos ao ponto de apostatarmos de nossa fé em Cristo.

Abraço a todos e muita paz.
ABN SAN.








sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Lições Biblicas


LIÇÕES BÍBLICAS DO 1º TRIMESTRE DE 2013


 

 Dando continuidade ao tema profetas, estudaremos sobre dois profetas verbais ou orais, homens que marcaram sua época.No 1º Trimestre de 2013 estudaremos, através das Lições Bíblicas da CPAD, sobre o tema: “ELIAS E ELISEU: Um Ministério de Poder para toda a Igreja”. As lições serão comentadas pelo pastor José Gonçalves. 

Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel.
Lição 2- Elias, o Tisbita.
Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel.
Lição 4- Elias e os Profetas de Baal.
Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão.
Lição 6- A Viúva de Sarepta.
Lição 7- A Vinha de Nabote.
Lição 8- O Legado de Elias.
Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração.
Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa.
Lição 11- Os Milagres de Eliseu.
Lição 12- Eliseu e a Escola de Profetas.
Lição 13- A Morte de Eliseu.
Convidamos a todos para participarem dos cultos da EBD em 2013, lugar de edificação e crescimento espiritual.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lições Bíblicas 2012


    Lições Bíblicas para o 3º Trimestre de 2012 -       

          " Vencendo as Aflições da Vida"


 Estamos nos preparando para um novo desafio na EBD, no 3º trimestre de 2012 começaremos estudar uma nova temática, relacionado ao cotidiano de vida social de um Cristão, será destacado fatos, que para muitos, principalmente pelos propagadores da falsa Teologia da Prosperidade,que é negativo, inaceitável e inacreditável acontecer com aqueles que foram chamados para gozar as maravilhas de Deus.

Será colocado em questão o fato do Crente sofrer, chorar de tristeza, se angustiar, sofrer danos, perdas, passar por traumas, ter problemas dentro do lar, ser abandonado, esquecido e até mesmo rejeitado.

Veremos de forma clara e expositiva, sempre baseado naquilo que a Bíblia nos ensina como certo ou errado, através do PR. Eliezer de Lira, conceituado mestre da letras sagradas,  membro do ministério da IEAD em Curitiba, Comentarista das revistas de Escola Dominical - Lições Bíblicas da CPAD, Bacharel em Teologia, fundador e diretor do Projeto Missionário “Ide e Ensinai” em Moçambique. Conferencista na área de liderança ministerial e com casais. 

Com a proposta do tema estará sendo sequenciado ao tema do 1º trimestre, ainda realcionado a falsa teologia da Prosperidade, que tem sido uma estratégia poderosa do satanás para tentar interromper o relacionamento fiel do crente para com Deus, relacionamento este que não pode ser interesseiro, barganhado, negociado, colocando Deus como um mero colaborador, e o homem como o divisor de águas, o dominador, o determinador de tudo.


Lição01 – No Mundo Tereis Aflições.
Lição 02 – A Enfermidade na Vida do Crente.
Lição03 – A Morte para o Verdadeiro Cristão.
Lição04 – Superando os Traumas da  Violência Social.
Lição05 – As Aflições da Viuvez.
Lição06 – A Despensa Vazia.
Lição07 – A Divisão Espiritual no Lar.
Lição08 – A Rebeldia dos Filhos.
Lição09 – A Angústia das Dívidas.
Lição10 – A Perda dos Bens Terrenos.
Lição 11 – Inveja, um Grave Pecado.
Lição 12 – As Dores do Abandono.
Lição 13 – A Verdadeira Motivação do Crente.
Lição 14 – A Vida Plena nas Aflições.


Com esse novo trimestre, e um novo tema, queremos convidar a todos Cristão e não Cristão, a participarem ativamente da Escola Bíblica Dominical, ir em busca do crescimento espiritual, do amadurecimento Cristão, da edificação da Fé, e receber uma benção da parte do Senhor para sua vida.


Abraço a todos e muita paz.
ABN SAN.






terça-feira, 27 de março de 2012

Convocação Convenção Geral CGADB.

 Convocação para nova assembléia extraordinária da CGADB, para reforma do estatuto.

Acontecera no período de 16 a 19 de abril de 2013, Brasília receberá a Convenção Geral para a eleição de sua nova mesa diretora. Serão eleitos os novos membros da diretoria, como conselhos Fiscais e Administrativos (da editora CPAD) e demais conselhos. O tema versará sobre o “Espírito Santo”.
Já ocorreu o sorteio dos delegados que representarão as convenções regionais durante o pleito eleitoral. Já em abril próximo, ocorrerá a reunião extraordinária em Maceió, sob o tema “Excelência na Evangelização”.
Mudança nos Estatutos
O assunto a ser discutido na próxima AGE, em Alagoas, será a mudança nos estatutos, conforme publicado.
Concernente à Tesouraria a intenção é criar a função específica do tesoureiro-adjunto. Com isso, a CGADB passaria a contar com um gestor financeiro, já que os pastores eleitos como tesoureiros, têm funções em suas igrejas, e nem sempre podem estar presente e dinamizar as atividades, que o setor exige.
Já quanto ao Credo, deve-se inserir nos itens já conhecidos do nosso Cremos, referências bíblicas que embasam a nossa postura concernente à resistência a desvios, a ponto de desvirtuar a natureza do ser humano.
Inserção e ampliação do Credo
Conforme proposta já antecipada do pastor e advogado David Tavares Duarte, das AD-Missões em Campo Grande (MS), alguns itens receberiam como complemento a explanação bíblica, com as devidas referências, a embasar a postura cristã.
Entre os mesmos, constam em sua proposta, a inserção do estabelecimento das estruturas, equilíbrio e perfeito funcionamento dos sistemas criados pela Palavra, e Jesus Cristo, o primado da Criação;
Que Deus criara o ser humano macho e fêmea, para o povoamento da Terra, por meio da relação sexual entre homem e mulher, pelo casamento entre os dois gêneros, constituindo abominação qualquer prática sexual entre seres do mesmo sexo (Gn 1.26-28; Lv 18.22-24; Dt 23.17-18 e 1Tm 1.10).
Também consta em sua proposta a referência indireta à Constituição, que trata da liberdade humana dada por Deus, e da manifestação outorgada por Ele ao homem.
Essa questão está patenteada no direito constitucional, especificado no artigo 5º da Constituição, garantindo a liberdade de culto e até o direito de proteção oficial para a garantia da realização do mesmo.
Contudo, como se tem visto, o texto da lei passou a ser questionado e perdeu a credibilidade, conforme consta no entendimento do domínio público, uma vez que o próprio legislador incluiu, no final do inciso VI, “na forma da lei”, a dar vazão para questionamentos: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias”.
Diante da crescente Cristofobia, essa frase tem tornado questionável o texto todo. Os movimentos liberais crescem nos segmentos de decisões da sociedade, com adeptos sem nenhum constrangimento em mostrarem-se parciais, como se viu no último grande evento do STF: aprovação da união estável entre pessoas do mesmo gênero, algo que nem mesmo a natureza, seja animal ou humana, propõe.
Surgem novas interpretações, a forçar a legitimidade da minoria mesmo que isso custe o tratamento com desdém e descrédito à Lei maior do país, como na iniciativa do Supremo. Sem também demonstrar constrangimento em extrapolar suas funções, ao legislar, função precípua do Congresso, reduzido além da própria inoperância.
Eleição

Quanto à eleição, vários nomes deverão concorrer à presidência da CGADB. Além de pastor José Wellington, que poderá se reeleger novamente pela ultima vez, voltará à cena das disputas, o pastor Samuel Câmara que tentará novamente, único que nas ultimas eleições teve a coragem de desafiar a dinastia vitalícia do atual presidente, a cada eleição seu crescimento é notório.

Podemos ter ainda uma possível candidatura do Pr. Sebastião Rodrigues de Souza, de Cuiabá- MT, que já foi presidente no biênio 1993-1995, único nome em condições reais de superar, tanto Wellington como Câmara, segundo especulações estaria dispostos a lançar seu nome como candidato, e como presidente colocar em pratica seu projeto de “Revitalização das Ass. de Deus” no Brasil, projeto revelado a ele por Deus.
E parece surgir uma “Terceira Via”, Segundo idealizadores da chamada Terceira Via, pretende-se dar novo enfoque ao papel e atividade da CGADB, por meio do lançamento de nome capaz de agrupar seus ideários, apesar de parecer difícil encontrar um nome de peso, que queira colocar seu nome na disputa, sabendo do peso de uma candidatura, tanto no quesito de agregar votos e nomes para formar uma chapa, como com as despesas e os investimentos necessários para não ser apenas ajudador ou dificultador de uma ou outra das candidaturas concorrentes



Convenção para a realização da eleição da CGADB ocorrerá em Brasília.





Abraço a todos e muita paz.
ABN SAN.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Liçoes Biblicas

Lições Bíblicas 2º Trimestre de 2012 - As Sete Cartas do Apocalipse.





A revista da Escola Bíblica Dominical CPAD, no 2º Trimestre de 2012, traz o tema: "As Sete Cartas do Apocalipse: A Mensagem Final de Cristo à Igreja", sobre a ótica do Pr. Claudionor de Andrade, conheceremos um pouco mais da mensagem final sobre os ultimos tempos.

01 – Apocalipse, a Revelação de Jesus Cristo.
02 – A Visão de Cristo Glorificado.
03 – Éfeso, a Igreja do Amor Esquecido.
04 – Esmirna, a Igreja Confessante e Mártir.
05 – Pérgamo, a Igreja Casada com o Mundo.
06 – Tiatira, a Igreja Tolerante.
07 – Sardes, a Igreja Morta.
08 – Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito.
09 – Laodiceia, uma Igreja Morna.
10 – O Governo do Anticristo.
11 – O Evangelho do Reino no Império do Mal.
12 – O Juízo Final .
13 – A Formosa Jerusalém.
Aos amantes da Palavra, uma ótíma oportunidade para se ter uma noção sobre escatologia, a doutina dos ultimos acontecientos.



Abraço a todos e muita paz.
ABN SAN.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012



Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo..........

Ao vermos as estatísticas relacionadas ao crescimento numérico de pessoas que se aproximam do evangelho, seria obvio ficarmos alegres e contentes, pois o Reino dos Céus está em crescimento.
Mas nós sabemos que a grande verdade seria saber o que esta motivando tais pessoas a buscarem socorro nessas denominações Cristãs.
Há uns sete anos atrás li uma pesquisa, sobre esse crescimento no Brasil, e a conclusão foi que em 1º lugar essas pessoas queriam ficar prospera financeiramente, em 2º lugar eles queriam um pouco de paz, para suas angustias e depressões, em 3º lugar elas estavam preocupadas com sua situação espiritual, levando-as a buscar a salvação.
Vemos com isso uma grande inversão de valores, e que o objetivo principal esta sendo deixado em segundo plano.
Quando interpretamos o texto de Jo 3.16, onde a bíblia diz que; "Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho", a maioria leva para o lado quantitativo, numérico, mas na verdade esse amor verdadeiro abrange, mas a questão qualitativa, a qualidade com que somos amados pelo Senhor, e a qualidade com que amamos esse nosso Senhor, que deu sua vida por nós, para nos redimir de toda nossa iniqüidade. Porque senão esse amor se tornará interesseiro, com segundas intenções, deixando escapar o verdadeiro significado de um relacionamento, onde ambas as parte conhecem seus direitos e deveres, e se aplicam para o bem estar do relacionamento. 
Ao ver que as maiores igrejas estão na América central, nos preocupamos mais ainda, pois essa região do planeta ter e tem sido o berço da Teologia maligna da prosperidade, e por saber que esse sistema de capitalismo selvagem impera no ensino educacional das famílias, juntando com a crise financeira que a maior potencia mundial vem sofrendo, temo que essas pessoas não estejam buscando salvação, perdão de seus pecados, mas se aproximam de Deus pelo simples medo de sofrer os danos naturais existente neste mundo; necessidade de uma boa alimentação falta de saúde, de dinheiro, de amigos, perca da posição social, dos elogios e das bajulações interesseiras, medo de ter que viver com o pão nosso de cada dia, como nos ensinou Jesus.
As pregações existentes hoje dentro de nossas igrejas têm sido totalmente para exaltação do ego humano, mensagens antropocêntricas e não cristocentricas tiraram o Soberano do controle, e colocaram a criatura como senhor de tudo, Deus passou a ser servo e o homem dominador.
Com isso fica claro o enfraquecimento espiritual da igreja, a fragilidade é notória na hora da adversidade, ao invés de buscarem o Soberano, essas pessoas recorrem a homens falíveis, os cultos de determinados pastores, ou a uma tenda onde pessoas brincam com o Dom de Profecia, tendas de profetas, cultos de poder, de unção, de milagres, um libertação que nunca acontece devido essas pessoas nunca se entregarem completamente a Deus, para terem uma mudança em suas praticas de vida como Cristãos, mas só buscam a Deus para obter benefícios próprios e financeiros.

EVANGÉLICOS PELO MUNDO.

Embora o Brasil seja – de longe – o maior país pentecostal do mundo, o fenômeno não é exclusividade nacional. Por ser o berço desta tradição religiosa, os Estados Unidos ainda concentram a segunda maior massa pentecostal do mundo: quase seis milhões, ou perto de 2% de sua população. Quando se trata de evangélicos de forma geral, os americanos nos superam em larga margem: são 44 milhões nos EUA, contra 27,6 milhões no Brasil. Tirante os dois gigantes, o continente onde encontram-se mais evangélicos é a África. Só na Nigéria são mais de 25 milhões, seguidos pelos 10,3 milhões da Etiópia e os 9,4 milhões do Quênia. Na Ásia, os evangélicos representam mais da metade da população da Coréia do Sul, sendo um quarto deles de pentecostais, e também prosperam na Índia (11 milhões, pouco se comparado à maioria hinduísta do país) e na Indonésia (5,3 milhões). Entre os latino-americanos, destacam-se as massas evangélicas da Argentina, com 2,5 milhões de religiosos – quase todos pentecostais – e do México com 2,4 milhões. Toda esta presença internacional tem estimulado muitas das igrejas evangélicas brasileiras a abrir filiais no exterior. A Igreja Universal do Reino de Deus possui sede em todos os continentes do planeta - está em 70 países. A Internacional da Graça de Deus, do telepastor R.R. Soares vai pelo mesmo caminho: já chegou aos Estados Unidos, ao México e ao Japão. E dentre as mais antigas, a Assembléia de Deus possui endereços nas Américas, na Ásia e na Europa.

 A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio de 2011, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020. O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL, estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélicas. Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos.

Metade do Brasil será  evangélica?



  O Serviço de Evangelização para a América Latina, organização protestante de estudos teológicos conhecida pela sigla Sepal, fez, recentemente, uma estimativa surpreendente: de que a metade dos brasileiros será evangélica em 2020. A projeção baseia-se na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião na próxima década continue a mesma dos últimos 40 anos. Em 1960, os evangélicos eram apenas 4% da população. Hoje, na falta de estatísticas recentes, estima-se que sejam quase 24%. Agora os estudiosos do Sepal prevêem que em 12 anos essa proporção poderá dobrar. Seria um salto enorme.

  A partir do crescimento numérico, outro fenômeno parece se delinear no horizonte: o aumento da influência desses fiéis em todas as esferas da vida brasileira. Para teólogos e antropólogos ouvidos por ÉPOCA, os evangélicos não vão apenas mudar a sociedade brasileira. Eles mudarão com ela. A antropóloga Christina Vital, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), diz que a igreja evangélica caminha para uma flexibilização. “Enquanto a Igreja Católica vai dizendo ‘não pode camisinha’, a igreja evangélica vai se adaptando à sociedade. Essa flexibilidade é justamente o fator de crescimento deles”, afirma. Os evangélicos adotaram regras menos rígidas e passaram a buscar a religião não só como forma de subir aos céus, mas também de alcançar a prosperidade. “O movimento adapta-se aos costumes, o que deverá continuar nos próximos anos. Hoje já temos igrejas evangélicas que aceitam gays”, diz Christina.

  A transformação evangélica inclui o aparecimento de um fiel diferente do crente com a Bíblia embaixo do braço. “Já começam a surgir os evangélicos não praticantes. Isso acontece com toda religião que cresce muito”, diz o antropólogo Ari Pedro Oro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especializado em religião. Esses não praticantes podem fazer diminuir a média de R$ 32 mensais pagos de dízimo às igrejas evangélicas, o que fará com que o poderio financeiro do grupo não cresça mais em ritmo frenético.

  Uma população maior de evangélicos não significa, ainda, que nos próximos dez anos eles elegerão um presidente da República, pretensão freqüentemente atribuída ao grupo. Apesar de o líder da Igreja Universal, bispo Macedo, ter escrito em seu livro Plano de poder que “a potencialidade numérica dos evangélicos pode decidir qualquer pleito eletivo”, hoje isso pode acontece. Embora sejam 23,8% da população, os evangélicos têm apenas 7,2% da Câmara Federal. Dos 81 senadores, dois apenas são da Frente Evangélica.

  Para Oro, o Brasil de 2020 não será uma espécie de Estados Unidos atual, onde a moral conservadora é parte essencial da crença e do culto. “A religião foi abrasileirada. Não tem um foco tão grande no moralismo”, afirma. Os estudiosos do protestantismo dão como certo que o aumento da população evangélica levará à diminuição no consumo de álcool (todas as denominações protestantes pregam contra ele) e prevêem que a escolaridade aumente, já que crianças protestantes são incentivadas a ler a Bíblia. A violência, porém, deverá prosseguir. Nas favelas do Rio de Janeiro, pastores e traficantes convivem lado a lado. Os delinqüentes respeitam os líderes evangélicos e atendem apelos eventuais. Mas o tráfico continua. E mata.

 O que vai mudar na sociedade brasileira se houver mais evangélicos.

EDUCAÇÃO

Por ter mais acesso à Bíblia, a escolaridade será mais valorizada e os valores morais estarão em alta novamente.

FAMÍLIA:
Como a família é prioridade, o número de lares desfeitos poderá diminuir, como base para uma sociedade feliz e sadia, teremos um país mais social.

ÁLCOOL E DROGAS:
Evangélicos não bebem nem se drogam. O consumo irá diminuir, e as maiores tragédias de violência, que sempre estão ligadas as drogas, tanto as licitas como as ilícitas, diminuíram quantativamente.

VIOLÊNCIA:
É incerto se um Brasil mais evangélico será menos violento, mas as probabilidades são grandes, por serem os evangélicos pacifistas.



MAIORES GRUPOS NO PAÍS: IGREJAS PENTECOSTAIS:

Assembléia de Deus*Fundação: 1910
História e doutrina: A maior igreja pentecostal brasileira surgiu em Belém (PA), sob a influência de dois missionários suecos vindos dos Estados Unidos, onde freqüentavam a Igreja Batista. Organizada nos moldes das igrejas pentecostais que surgiam então naquele país, a Assembléia de Deus acredita no poder supremo do Espírito Santo e prega com ênfase o Evangelho cristão. Nos cultos, fiéis oram e cantam em voz alta dentro dos templos.
Fiéis no Brasil: 8.500.000
Templos: Dados não disponíveis
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: Dados não disponíveis

* Este número diz respeito apenas à primeira Assembléia de Deus, surgida em Belém (PA) no início do século XX. Trata-se da denominação ligada à Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), a quem pertence a patente do nome no país. Ao longo do século, outras Assembléias de Deus surgiram, a maioria sem qualquer ligação institucional com a CGADB.

Congregação Cristã no Brasil.Fundação: 1910
História e doutrina: Fundada no Brasil por Luigi Francescon, um protestante italiano. No início, cresceu dentro da comunidade de imigrantes italianos do país, para, a partir da década de 1930, se expandir para o resto do Brasil. A exemplo da Assembléia de Deus, centra suas crenças nas virtudes do Espírito Santo, sem dar valor a outras figuras consagradas historicamente pelo cristianismo, como Maria ou os santos. Um de seus rituais mais conhecidos é o batismo de imersão em água corrente.
Fiéis no Brasil: 1.891.000
Templos: 4.700
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 403


Igreja do Evangelho Quadrangular.Fundação: 1918
História e doutrina: Nascida nos Estados Unidos, demorou quase 30 anos para chegar ao Brasil, pelas mão de dois missionários que se instalaram na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, e depois em São João da Boa Vista, em São Paulo. Enfatiza o dom da cura pelo Espírito Santo e a palavra de Deus contida na Bíblia, além de acreditar no retorno iminente de Jesus Cristo.
Fiéis no Brasil: 1.600.000
Templos: 7.500
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 213


Igreja Pentecostal "O Brasil para Cristo"Fundação: 1955
História e doutrina: Fundada por um ex-trabalhador da construção civil, que chegou a ser pastor da Assembléia de Deus e da Evangelho Quadrangular antes de se autoproclamar missionário da própria igreja. Os cultos são marcados por orações espontâneas e pelo testemunho dos fiéis, que também podem pregar.
Fiéis no Brasil: 1.937.000
Templos: 4.600
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 419


Igreja Pentecostal Deus é AmorFundação: 1962
História e doutrina: Criada a partir de uma mensagem divina que seu fundador, o missionário David Miranda, teria recebido. Assemelha-se às pentecostais tradicionais no conservadorismo no campo dos costumes e nos rituais mais exaltados. Possui hoje o autodenominado "maior templo evangélico do mundo", com capacidade para 60.000 fiéis, no centro de São Paulo.
Fiéis no Brasil: 3.600.000
Templos: 4.300
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 837

MAIORES GRUPOS NO PAÍS: IGREJAS NEOPENTECOSTAIS:

Igreja Universal do Reino de DeusFundação: 1977
História e doutrina: Principal igreja do fenômeno neopentecostal brasileiro, foi fundada pelo bispo Edir Macedo, nos subúrbios do Rio de Janeiro. Segue os preceitos gerais do cristianismo. Em seus cultos diários, estimula-se a doação do dízimo e é comum a prática do exorcismo. Aposta na mídia eletrônica para atrair fiéis – é dona da Rede Record de televisão, entre outras emissoras.
Fiéis no Brasil: 5.200.000
Templos: 13.000
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 400


Igreja Internacional da Graça de Deus.Fundação: 1980
História e doutrina: Dissidência direta da Igreja Universal, foi fundada no Rio por Romildo Ribeiro Soares, cunhado do bispo Edir Macedo. Suas pregações e rituais, repletos de curas e exorcismos, podem ser acompanhadas em diversas emissoras de televisão, que vendem seus horários para que a igreja arrebanhe seus fiéis.
Fiéis no Brasil: Dados não disponíveis
Templos: Dados não disponíveis
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: Dados não disponíveis


Igreja Apostólica Renascer em Cristo.Fundação: 1986
História e doutrina: Uma das neopentecostais em que o incentivo à busca da prosperidade material é mais evidente, a Renascer foi fundada em São Paulo. Tendo como público alvo a classe média urbana, trouxe novidades para os cultos evangélicos, como o rock gospel e as festas jovens dentro dos templos. A exemplo de suas congêneres, se mantém à base de doações sistemáticas de seus fiéis.
Fiéis no Brasil: 120.000
Templos: 870
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: 138

Comunidade Evangélica Sara Nossa TerraFundação: 1992
História e doutrina: Surgida em Brasília, ganhou notoriedade depois de conquistar fiéis entre as celebridades e as classes mais abastadas do país. Apesar de seguir os preceitos básicos do cristianismo e de promover rituais de fé exaltados, é tolerante no que diz respeito a hábitos controversos e normas morais pouco rígidas.
Fiéis no Brasil: Dados não disponíveis
Templos: 650
Número médio de fiéis que freqüentam cada templo: Dados não disponíveis

Essas estatísticas demonstram que em termos de evangelização, o crescimento tem alcançado boas proporções, poderiam ser melhor, se todos tivessem o compromisso de ganhar no mínimo uma vida para Cristo, 27% da população mundial ainda não ouviram o evangelho, A Igreja tem crescido pelo menos 2 vezes mais rapidamente do que a população durante os últimos 30 anos, O crescimento parece ter aumentado durante a última década.
 Se coloque a disposição do mestre para que se cumpra em sua vida o IDE de JESUS, em pregar o evangelho a toda criatura, para quem Crer ser salvo, e os que não Crerem infelizmente sejam condenados.
             
Abraço a todos e muita paz.
ABN SAN.